{"id":64445,"date":"2020-07-30T15:31:31","date_gmt":"2020-07-30T18:31:31","guid":{"rendered":"http:\/\/aluzerna.com.br\/?p=64445"},"modified":"2020-07-30T15:31:31","modified_gmt":"2020-07-30T18:31:31","slug":"um-brasil-do-qual-nos-orgulhemos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aluzerna.com.br\/?p=64445","title":{"rendered":"Um Brasil do qual nos orgulhemos"},"content":{"rendered":"<h6><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"http:\/\/www.aluzerna.com.br\/2020\/30-07-2020a.jpg\" alt=\"\" width=\"675\" height=\"380\" \/><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">| Reprodu\u00e7\u00e3o\/NPC |<\/span><\/h6>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u21c5<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><em><span style=\"color: #000000; text-decoration: underline;\">Luta armada, democracia, resist\u00eancia e o legado do militante e guerrilheiro, Carlos Marighella<\/span><\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"color: #000000;\">O programa da \u00faltima quinta-feira come\u00e7ou com uma homenagem ao cantor e compositor, S\u00e9rgio Ricardo, que faleceu aos 88 anos na manh\u00e3 deste dia 23 de julho. O NPC presta sua homenagem com um verso de S\u00e9rgio Ricardo: \u201cN\u00e3o tenho m\u00e1goas \/ n\u00e3o precisa vir me consolar \/ M\u00e1goas s\u00e3o \u00e1guas \/ V\u00e3o para o mar \/ Trago lembran\u00e7as \/ E essas eu n\u00e3o posso apagar \/ S\u00e3o a heran\u00e7a do meu caminhar\u2026\u201d S\u00e9rgio Ricardo, presente!<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #00ff00;\"><strong>.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em><span style=\"color: #000000;\">\u201cNasci filho de Marighella\u201d, o orgulho e a admira\u00e7\u00e3o de ser filho de um dos maiores s\u00edmbolos de resist\u00eancia contra a ditadura<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O convidado desta semana, Carlos Augusto Marighella, 72 anos, nascido no Rio de Janeiro mas que passou grande parte da sua vida na Bahia, onde mora atualmente, fala durante toda a nossa conversa com um imenso orgulho de seu pai. Conhecido tamb\u00e9m como Carlinhos ou Marighella filho, herda o nome de seu pai, Carlos Marighella, um dos maiores militantes que lutou contra o regime da ditadura militar e foi assassinado por agentes da repress\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Eleito deputado estadual na Bahia em 1983, Carlos Augusto formou-se em Direito; advoga na \u00e1rea penal, dedicando-se a temas relacionadas aos direitos humanos, ao combate \u00e0 viol\u00eancia e persegui\u00e7\u00e3o \u00e0s religi\u00f5es da comunidade negra. Participou ativamente dos trabalhos da comiss\u00e3o nacional de anistia pol\u00edtica e atualmente dedica-se a projetos culturais, especialmente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma rede de memoriais, entre eles, o Memorial Nacional da Anistia e o Memorial Marighella Vive.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Carlos Augusto, relembrando fatos de sua inf\u00e2ncia, conta que s\u00f3 conheceu o pai quando j\u00e1 tinha sete anos de idade, j\u00e1 que antes o Marighella pai vivia na clandestinidade, o que dificultava essa intera\u00e7\u00e3o entre eles. Contou que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o tinha nem certid\u00e3o de nascimento e que, embora sem o conhecer, sabia que seu nome era uma homenagem a seu pai e tamb\u00e9m a seu av\u00f4 (que se chamava Augusto Marighella) e que isto sempre foi motivo de honra.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Ele nasceu em 1948, ano que o Partido Comunista Brasileiro, em que o pai militou durante anos de sua vida, foi cassado e os comunistas impedidos de se candidatar. Segundo Carlos Augusto, era uma falsa democracia que viviam, como a que experimentamos atualmente: \u201c\u00c9 estarrecedor que no s\u00e9culo 21, no Brasil, do tamanho que \u00e9, ainda haja algu\u00e9m que possa dizer que a ditadura possa fazer algum bem ao pa\u00eds\u201d, argumenta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Durante o ano de 1956, Carlos conheceu o pai e recorda o momento alegre e a figura humana que foi Marighella por tr\u00e1s da figura hist\u00f3rica: \u201cMeu pai era alegre, brincalh\u00e3o; um pai extremamente carinhoso, desses que beijam filho; que me levava pra praia, e que brincava de corrida na praia\u2026 enfim, essas brincadeiras\u201d. Em uma carta que sua m\u00e3e recebeu do pai, estava escrito: \u201cEu amo meu filho mais do que as pessoas imaginam\u201d, lembra emocionado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Ele via o pai como uma pessoa extremamente humana, cheia de esperan\u00e7a e feliz consigo mesma. Um dos motivos dessa felicidade, ele afirma, era porque o pai lutava por algo em que acreditava. Tinha como suas paix\u00f5es o carnaval, a m\u00fasica e a poesia. Marighella foi um homem popular e era apaixonado pelo povo brasileiro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Carlos Augusto se recorda quando o pai, que foi se tornando uma figura conhecida, inclusive como lideran\u00e7a internacional, conheceu o morro pela primeira vez. Marighella ficou impressionado com a simplicidade do povo e a extrema felicidade daquelas pessoas. \u201cA felicidade \u00e9 uma coisa que a gente faz do tamanho que quer!\u201d, afirma, acrescentando que, apesar de tudo que passou\u00a0&#8211; anos de cadeia, clandestinidade etc. -, o pai era uma pessoa extremamente feliz!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em><span style=\"color: #000000;\">A defesa da luta armada liderada por Marighella e a milit\u00e2ncia em sua vida<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Carlinhos relembra que o pai sempre o estimulou a ler e o cobrava bastante acerca de suas leituras, mas nunca tentou influenci\u00e1-lo no sentido pol\u00edtico. Mas ao mesmo tempo reconhece que a leitura o fez uma pessoa maior ainda, j\u00e1 que leu todo tipo de livro, o que, conforme conta, contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em 1964, precisou ir embora do Rio e voltar para Bahia. Estudou em uma escola p\u00fablica de qualidade em que seu pai tamb\u00e9m havia estudado. De acordo com Carlos Augusto, a escola que era tida como \u201cescola de liberdade\u201d, foi fechada e depois \u201cmilitarizada\u201d durante a ditadura. Da\u00ed come\u00e7ou a vontade de lutar: filiou-se ao Partido Comunista entre os anos de 1967 e 68, antes do pai ser executado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">De acordo com Carlos Augusto, a ditadura militar n\u00e3o contou com o apoio popular em momento algum. Os militares \u201cderam o golpe dizendo que iam convocar as elei\u00e7\u00f5es, mas, no final das contas, n\u00e3o cumpriram a palavra e conforme foram apertando o cerco, come\u00e7aram a matar\u201d. Em resumo, era um regime de terror que contava com sequestros, torturas e mortes. \u201cA luta armada nasceu dessa vontade de se contrapor \u00e0 ditadura, ela era um desejo igual de toda esquerda e, por incr\u00edvel que possa parecer, era o que a popula\u00e7\u00e3o queria\u201d, afirma Carlos Augusto Marighella.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Como advogado, Carlos Augusto ainda afirma que, do ponto de vista jur\u00eddico, houve um grande erro no processo da transi\u00e7\u00e3o, pois os militares n\u00e3o foram julgados e condenados pelo que fizeram, e, por isso, estamos repetindo essa hist\u00f3ria: \u201cEles deveriam ter sido punidos, j\u00e1 que os m\u00e9todos praticados pelos militares, torturar e matar, s\u00e3o crimes comuns e n\u00e3o crime pol\u00edtico.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong><span style=\"color: #000000;\">A pris\u00e3o, as lutas e a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o do memorial<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Quando entrou para o Partido Comunista, Carlos trabalhava em f\u00e1bricas e participou de lutas sindicais. Foi baleado durante uma manifesta\u00e7\u00e3o estudantil e ent\u00e3o, por causa disto, foi demitido de uma f\u00e1brica em que trabalhava. Conta que, nessa \u00e9poca, participou de projetos em que ajudava fam\u00edlias de presos pol\u00edticos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em 1975, foi preso e torturado, juntamente com outras 48 pessoas, sendo uma das \u00faltimas pris\u00f5es de opositores e que se deu em um momento em que j\u00e1 se vislumbrava o fim da ditadura militar. Carlinhos relata que eles eram levados para um centro de tortura clandestino onde as pessoas eram encapuzadas e depois torturadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Com intuito de conscientizar a popula\u00e7\u00e3o para os horrores da ditadura, ele desenvolve um projeto para criar uma rede de memoriais, \u201ca exemplo do que h\u00e1 no mundo todo\u201d, explica. A ideia inicial \u00e9 constituir, em um primeiro momento, uma mem\u00f3ria com her\u00f3is an\u00f4nimos e conhecidos, e assim resgatar outras iniciativas memorialistas espalhadas por todo Brasil. Outro desejo \u00e9 tombar o local onde Marighella viveu com seus pais, para transform\u00e1-lo em um espa\u00e7o onde possa se desenvolver atividades educativas e onde tamb\u00e9m seja poss\u00edvel guardar tudo o que pode ser recuperado como testemunho desse per\u00edodo, em uma esp\u00e9cie de acervo f\u00edsico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para Carlos, a pol\u00edtica oficial sempre foi a de apagar e silenciar a hist\u00f3ria para que o povo esque\u00e7a que tivemos ditadura. Por isso, a import\u00e2ncia de resgatar essa mem\u00f3ria social e oficializ\u00e1-la.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Mesmo com todo esse esfor\u00e7o por parte daqueles que desejam que Marighella seja esquecido, Carlos declara orgulhoso: \u201cMarighella est\u00e1 vivo e aonde vou sempre tem uma bandeira afirmando &#8216;Marighella vive!&#8217;, sempre tem algu\u00e9m lembrando dele: \u00e9 m\u00fasica, \u00e9 poema, \u00e9 filme\u2026 \u00e9 imposs\u00edvel efetivamente apagar da mem\u00f3ria da nossa juventude uma pessoa como ele.\u201d conclui.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #00ff00;\"><strong>.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Um comunista<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Um mulato baiano\/Muito alto e mulato\/<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Filho de um italiano\/E de uma preta hau\u00e7\u00e1<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Foi aprendendo a ler\/Olhando mundo \u00e0 volta<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> E prestando aten\u00e7\u00e3o\/No que n\u00e3o estava \u00e0 vista<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Assim nasce um comunista\/Um mulato baiano<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Que morreu em S\u00e3o Paulo\/Baleado por homens do poder militar<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Nas fei\u00e7\u00f5es que ganhou em solo americano\/A dita guerra fria<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Roma, Fran\u00e7a e Bahia\/Os comunistas guardavam sonhos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Os comunistas! Os comunistas!\/O mulato baiano, mini e manual<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Do guerrilheiro urbano que foi preso por Vargas\/Depois por Magalh\u00e3es<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Por fim, pelos milicos\/Sempre foi perseguido nas min\u00facias das pistas<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Como s\u00e3o os comunistas?\/N\u00e3o que os seus inimigos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Estivessem lutando\/Contra as na\u00e7\u00f5es terror<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Que o comunismo urdia\/Mas por v\u00e3os interesses<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> De poder e dinheiro\/Quase sempre por menos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Quase nunca por mais\/Os comunistas guardavam sonhos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Os comunistas! Os comunistas!\/O baiano morreu<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Eu estava no ex\u00edlio\/E mandei um recado:<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> \u201cEu que tinha morrido\u201d\/E que ele estava vivo,<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Mas ningu\u00e9m entendia\/Vida sem utopia<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> N\u00e3o entendo que exista\/Assim fala um comunista<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Por\u00e9m, a ra\u00e7a humana\/Segue tr\u00e1gica, sempre<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Indecodific\u00e1vel\/T\u00e9dio, horror, maravilha<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> \u00d3, mulato baiano\/Samba o reverencia<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Muito embora n\u00e3o creia\/Em viol\u00eancia e guerrilha<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> T\u00e9dio, horror e maravilha\/Cal\u00e7ad\u00f5es encardidos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Multid\u00f5es apodrecem\/H\u00e1 um abismo entre homens<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> E homens, o horror\/Quem e como far\u00e1<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Com que a terra se acenda?\/E desate seus n\u00f3s<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Discutindo-se Clara\/Iemanj\u00e1, Maria, Iara<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Ians\u00e3, Catija\u00e7ara\/O mulato baiano j\u00e1 n\u00e3o obedecia<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> As ordens de interesse que vinham de Moscou\/Era luta rom\u00e2ntica<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Ela luz e era treva\/Venta de maravilha, de t\u00e9dio e de horror<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\"> Os comunistas guardavam sonhos\/Os comunistas! os comunistas!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>{<\/strong> <em>N\u00facleo Piratininga de Comunica\u00e7\u00e3o\u00a0&#8211; NPC<\/em>\u00a0<strong>}<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u21c5<\/span><\/p>\n<h6><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z-y5UvwDcus\" width=\"675\" height=\"380\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">| NPC N\u00facleo Piratininga |<\/span><\/h6>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u21c5<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u1392<\/span>\u00a0 <span style=\"color: #000000;\"><em>Carlos Augusto Marighella no programa &#8220;Quintas Resistentes&#8221;.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u27f4<\/span> <span style=\"color: #000000;\"><em>Amanda Soares;<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #00ff00;\">\u27f4<\/span> <span style=\"color: #000000;\"><em>Euro Filho;<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #00ff00;\">\u27f4<\/span> <span style=\"color: #000000;\"><em>J\u00e9ssica Santos.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u2022<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #00ff00;\">\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591\u2591<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>| Reprodu\u00e7\u00e3o\/NPC | \u21c5 Luta armada, democracia, resist\u00eancia e o legado do militante e guerrilheiro, Carlos Marighella O programa da \u00faltima quinta-feira come\u00e7ou com uma homenagem ao cantor e compositor, S\u00e9rgio Ricardo, que faleceu aos 88 anos na manh\u00e3 deste dia 23 de julho. 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